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O Phase Down do FM-200: o que sua empresa precisa saber agora para garantir segurança e conformidade nos próximos anos

A indústria de proteção contra incêndio está passando por uma das mudanças mais significativas das últimas décadas: o Phase down do gás FM-200. Esse movimento, impulsionado por regulamentações ambientais internacionais, já impacta empresas em diversos setores — especialmente aquelas que dependem desse agente limpo para a proteção de áreas críticas, como data centers, salas elétricas, laboratórios, hospitais, telecomunicações e indústrias em geral.

Dicas e cuidados

25.11.2025 - 14:43:00 | 4 minutos de leitura

O Phase Down do FM-200: o que sua empresa precisa saber agora para garantir segurança e conformidade nos próximos anos

Se o seu negócio ainda utiliza FM-200, este é o momento de acender o alerta. A tendência global é clara: a disponibilidade desse gás tende a cair, enquanto os custos aumentam e as alternativas mais sustentáveis ganham espaço. Antecipar-se a essa mudança não é apenas uma recomendação — é uma medida estratégica que pode evitar riscos operacionais, custos elevados e interrupções não planejadas. 

Neste artigo, explicamos por que o FM-200 está sendo gradualmente impactado, quais são as alternativas e como a engenharia da CM Couto CoutoFlex pode orientar sua empresa em cada etapa dessa transição. 

Por que o FM-200 está sendo descontinuado?

O FM-200 é um gás da família dos hidrofluorcarbonetos (HFCs). Embora seja eficiente e seguro para uso em áreas ocupadas, possui um potencial de aquecimento global (GWP – Global Warming Potential) extremamente alto 3.350. Isso significa que, quando liberado, contribui significativamente para o aquecimento global. 

Essa característica fez com que organismos internacionais incluíssem o FM-200 nos acordos globais de redução de gases de efeito estufa. 

Principais fatores que impulsionam a redução de uso do FM-200

Alto impacto ambiental 

Seu elevado GWP o coloca entre as substâncias mais agressivas ao clima dentro dos agentes limpos tradicionais. 

Regulamentações internacionais rígidas 

A redução global dos HFCs está prevista em diversos acordos ambientais, incluindo: 

 Protocolo de Montreal (1987);
 Emenda de Kigali (2016), que exige redução gradual de 80% a 85% dos HFCs até 2045;
 AIM Act (EUA), que determina reduzir drasticamente a produção e consumo de HFCs.

Disponibilidade reduzida e aumento de custo 

Com menos produção global, a reposição após uma descarga já está mais cara — e tende a se tornar inviável nos próximos anos. 

E no Brasil, como fica o cenário?

O Brasil segue o cronograma da Emenda de Kigali para países em desenvolvimento:

 2024: Congelamento do consumo de HFCs;
 2029: Primeira etapa de redução (10%);
 2045: Redução de até 80%.

Embora não haja proibição imediata do uso do FM-200, seu custo, disponibilidade e logística de reposição serão diretamente afetados. Investir em novos sistemas de FM-200 ou realizar ampliações já não é recomendado no mercado internacional — e essa tendência está chegando com força ao Brasil. 

Impactos para empresas que utilizam FM-200

Manutenção ainda é possível (por enquanto) 

A manutenção regular dos sistemas existentes segue permitida. Contudo, a reposição do gás após uma descarga já enfrenta: 

 Encarecimento do material;
 Dificuldade de fornecimento;
 Prazos mais longos. 

Investimento em novos sistemas não é recomendado 

Projetar ou instalar estruturas novas baseadas em FM-200 é considerado alto risco para o futuro próximo. 

Transição inevitável 

Empresas com áreas críticas precisam avaliar alternativas agora para evitar paralisações, não conformidades e riscos operacionais. 

Quais são as alternativas ao FM-200?

A transição está sendo direcionada para agentes com baixo impacto ambiental, maior vida útil e alta eficiência. Entre os principais substitutos: 

Novec™ 1230 (FK-5-1-12) 

 GWP extremamente baixo (1);
 Evapora rapidamente e não deixa resíduos;
 Seguro para ambientes ocupados;
 Alta compatibilidade para sistemas novos;

Sistemas de gases inertes (IG-100, IG-55, IG-541) 

 Zero GWP;
 Utilizam gases naturais (nitrogênio, argônio);
 Excelente alternativa sustentável.

Cada alternativa exige análises profundas: cálculo de concentração, dimensionamento de cilindros, compatibilidade de tubulação, impactos estruturais e custo total de propriedade. 

Como a CM Couto CoutoFlex pode ajudar na transição

Diante desse cenário, a engenharia especializada da CM Couto CoutoFlex é uma aliada estratégica fundamental para empresas que precisam se adequar. 

Com equipe técnica experiente e certificação ABNT em múltiplos processos, oferecemos: 

Análise completa dos sistemas existentes

 Levantamento técnico;
 Avaliação de tubulações;
 Capacidade de compatibilidade para retrofit;
 Avaliação do risco protegido.

Consultoria técnica para definição do agente extintor ideal 

Cada cliente recebe orientação considerando: 

 Setor industrial;
 Riscos críticos;
 Ocupação;
 Normas NBR e certificações aplicáveis;
 Custo total da operação.

Projetos de engenharia conforme ABNT e normas internacionais

 NBR 17240;
 NBR ISO/IEC;
 NFPA 2001;
 Documentação completa para Corpo de Bombeiros.

Instalação, comissionamento e manutenção especializada 

Serviço confiável, seguindo padrões rigorosos de qualidade e rastreabilidade. 

Prepare hoje as soluções que garantirão sua segurança amanhã

O Phase down do FM-200 não é uma possibilidade — é uma tendência global irreversível. Empresas que dependem desse agente precisam agir agora para evitar riscos como: 

 Indisponibilidade de reposição;
 Aumento elevado de custos;
 Não conformidade com legislações futuras;
 Risco crítico em áreas essenciais do negócio.

A CM Couto CoutoFlex está pronta para apoiar sua empresa nessa transição com segurança, engenharia especializada, certificações e compromisso com a excelência em combate a incêndio. 

Precisa avaliar seu sistema com FM-200 ou entender qual alternativa é ideal para sua empresa?

Fale agora com nosso time de especialistas e receba uma orientação técnica completa. 
Entre em contato com a CM Couto CoutoFlex.

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